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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

ARQUEOLOGIA BÍBLICA

Já foi encontrado o local de sepultamento de algum personagem da Bíblia?



Peregrinos do Domingo de Palma Peregrinos do Domingo de Palma dentro da Igreja do Santo Sepulcro.
Por toda a extensão do território bíblico existem diversas tumbas “tradicionalmente” atribuídas a vários personagens bíblicos, às vezes muitas para um único indivíduo! Em diversos casos, não há evidência histórica ou arqueológica para validar a identificação. No entanto, existem pelo menos sete ocasiões onde há fortes, senão conclusivas, evidências sobre a localização do local de sepultamento de uma pessoa, ou pessoas, descritas na Bíblia. Jesus

Igreja do Santo Sepulcro, Israel

Igreja do Santo Sepulcro, Jerusalém

Na atual Jerusalém existem dois locais declarados como a tumba de Jesus: a Igreja do Santo Sepulcro e a Tumba do Jardim. Esta última foi identificada como a tumba de Jesus apenas no final do século XIX e carece de credibilidade histórica. Uma longa tradição, datada do primeiro século, atribui a tumba de Jesus ao local da Igreja do Santo Sepulcro na Antiga Cidade de Jerusalém. No século IV Constantino localizou o local da tumba abaixo de um templo romano do século II e construiu a igreja sobre o local. Esta igreja foi repetidamente restaurada e mantida pelos séculos desde então e é compartilhada por seis credos: Católico Romano, Ortodoxo Grego, Armênios, Sírios, Coptas e Etíopes. Caifás o Sumo Sacerdote

Ossuário de Caifás o Sumo Sacerdote

Ossuário de Caifás o Sumo Sacerdote

Caifás foi o sumo sacerdote por 18 anos, A.D. 18-36. Aparentemente, obteve esta posição através do casamento com a filha de Anás, chefe de um poderoso clã de sumo-sacerdotes ( João 18:13 ). Caifás é considerado vil por ter sido o líder na conspiração que culminou na crucificação de Jesus. Em uma reunião de líderes religiosos, Caifás declarou que "vos convém que morra um só homem pelo povo, e que não pereça a nação toda" ( João 11:50 ). Ele se referia à possível intervenção de autoridades romanas caso os ensinamentos de Jesus gerassem uma insurreição. Suas palavras foram proféticas no sentido em que Jesus morreu pelas pessoas, por todas elas do mundo, como sacrifício de expiação dos pecados. Após ter sido preso, Jesus foi levado à casa de Caifás e ali detido pela noite. Os guardas zombavam dele e feriam-no ( Lucas 22:63-65 ). Na manhã seguinte Ele foi interrogado e novamente agredido. Caifás lhe perguntou "És tu o Cristo (Messias), o Filho do Deus bendito?" “Eu sou”, Jesus respondeu ( Marcos 14:61-62 ). Caifás então entregou Jesus a Pilatos para ser julgado.
Após a crucificação de Jesus, Caifás continuou a perseguir a igreja primitiva, levando os apóstolos a líderes religiosos e dizendo-lhes: "Não vos admoestamos expressamente que não ensinásseis nesse nome? E eis que enchestes Jerusalém dessa vossa doutrina e quereis lançar sobre nós o sangue desse homem (Jesus)." Pedro e os outros apóstolos responderam: "Importa antes obedecer a Deus que aos homens" ( Atos 5:28-29 ).
A tumba da família de Caifás foi acidentalmente descoberta por operários que construíam uma estrada em um parque ao sul da Antiga Jerusalém. Os arqueologistas foram então ao local em regime de urgência e encontraram 12 ossuários (caixas para ossos feitas de calcáreo) ao examinar o local contendo os restos mortais de 63 indivíduos. O ossuário mais ornamentado tinha a inscrição de nome "José filho de (ou da família de) Caifás." Este era o nome completo do sumo sacerdote que prendeu Jesus, documentado como Josephus (Antiguidades 18: 2, 2; 4, 3). No seu interior existiam os restos de um homem de 60 anos, que quase certamente pertenciam ao mesmo Caifás do Novo Testamento. Este memorável achado provê, pela primeira vez, os restos físicos de um indivíduo descrito na Bíblia.
César Augusto
Um grande político e administrador, Augusto reinou sobre o Império Romano de 27 A.C. a A.D. 14. Foi justamente Augusto que decretou o censo que levou José e Maria a Belém, onde Jesus nasceu ( Lucas 2:1-7 ). Augusto construiu para si mesmo um grande mausoléu em Roma, nas margens orientais do Rio Tibre, um quarto de milha a noroeste do Fórum Romano. Os restos mortais estão atualmente localizados no centro do Piazza Augusto Imperatore. O mausoléu possuía 285 pés de diâmetro e 143 pés de altura e tinha uma estátua do imperador em seu topo. Suas cinzas estavam em uma urna ao centro, enquanto as cinzas dos membros da dinastia foram colocadas em urnas em um corredor que circundava o salão. Embora algumas urnas tenham sido encontradas por excavações, as cinzas já haviam desaparecido há muito tempo.

Tumba dos PatriarcasA Bíblia relata que Sara, Abraão, Isaque, Rebeca, Lia e Jacó foram enterrados em Hebrom, numa caverna denominada a Cova de Macpela, adquirida por Abraão ( Gênesis 23 ). Segundo a tradição, esta caverna está localizada abaixo de Haram el-Khalil ("recinto sagrado do amigo do Deus Único Misericordioso") em Hebrom, e é atualmente uma mesquita muçulmana. Algumas referências datadas do período Helênico (segundo século D.C) atestam que este é o local autêntico de sepultamento dos Patriarcas. A caverna foi explorada pelos Cânons Agostinianos em 1119, sendo declarada a descoberta dos ossos dos Patriarcas nesta data.

Tumbas de Davi e SalomãoPor todo o período dos reinados, os reis de Judá foram enterrados na cidade de Davi. Na divisa sul da Cidade de Davi, ao sul da Antiga Cidade de Jerusalém, existem duas tumbas monumentais compostas de túneis que estudiosos acreditam ser as tumbas de Davi e Salomão. Infelizmente, estas tumbas foram danificadas por guerras posteriores de modo que nenhuma inscrição que poderia identificá-las permaneceu. Na mesma área existem diversas tumbas da Idade do Ferro, possivelmente pertencentes a outros reis de Judá.

Tumbas de Túneis

Tumbas de Túneis

O sepultamento de Uzias foi uma exceção aos costumes da época. Considerando que ele foi um leproso, não foi sepultado com os outros reis, mas " no campo de sepultura que era dos reis; pois disseram: ele é leproso" ( 2 Crônicas 26:23 ). Surpreendentemente, uma inscrição foi encontrada no Monte das Oliveiras em 1931, datada do primeiro século D.C que diz: "Aqui foram trazidos os ossos de Uzias, rei de Judá – não abra." Evidentemente, devido à sua lepra, os ossos de Uzias foram removidos do campo que pertencia aos reis e transferido para um local mais distante.
Ciro o GrandeCiro reinou no Império Persa de 559-530 A.C. Este rei é muito conhecido pela sua captura de Babilônia em 539 A.C. Já no século VIII A.C. Isaías previu esta derrota ( Isaías 45:1-3 ), e complementou dizendo que Ciro iria "libertar os meus cativos" ( Isaías 45:13 ). A libertação dos exilados judeus na Babilônia por Ciro não está documentada na Bíblia ( 2 Crônicas 36:22-23 ; Esdras 1:2-4 ), porém também está implícita no Cilindro de Ciro da mesma época. Este antigo registro relata que "Eu (Ciro) reuni todos os habitantes originais e lhes devolvi suas habitações."
Tumba de CiroCiro foi sepultado em uma simples tumba de pedra na periferia de sua capital Pasárgada, no moderno Irã. De acordo com o historiador Estrabo, sua inscrição já deteve os dizeres: "Oh homem, eu sou Ciro, o filho de Cambises, que fundou o Império da Pérsia, e rei da Ásia. Que este monumento não me cause rancores." (Geografia xv.3.7).

Dario I o GrandeDario I foi rei do Império Persa de 522 a 486 A.C. Este rei concedeu permissão para reiniciar a reconstrução do Templo ( Esdras 6:1-12 ), que foi anteriormente adiada por 10 anos. É de sua propriedade a primeira das três monumentais tumbas esculpidas no rochedo próximo à capital persa Persépolis, no Irã. A inscrição na sua tumba diz:
    Rei Dario declara: Oh Rei, quem quer que sejas Tu, que venha a surgir após mim, proteja-se bem das mentiras. Não confie no homem que profere mentiras… Creia nisto e diga sempre a verdade às pessoas. Não o escondas. Se estas palavras não forem escondidas, mas se disser a verdade ao povo, que Ahura Mayda o proteja…
Existem outras três tumbas no local, que acredita-se serem dos reis persas Xerxes (485-465 A.C.), Artaxerxes I (465-424 A.C.) e Dario II (423-405 A.C.). Não há, no entanto, inscrições nestas tumbas que permitiriam ter certeza sobre suas identificações. Xerxes é o Assuero do livro de Ester , o rei que Ester se desposou. Esdras foi um escriba ( Esdras 7:6 ) e Neemias um mordomo ( Neemias 2:1 ) servindo a Artaxerxes I. Este autorizou tanto a Esdras quanto a Neemias a retornarem a Jerusalém: Esdras iria assumir assuntos religiosos e judiciais ( Esdras 7:12-26 ), e Neemias iria reconstruir os muros da cidade ( Neemias 2:1-9 ). Dario II pode ser o Dario mencionado em Neemias 12:22 , porém isto é ainda um pouco duvidoso.


fonte:christmas (texto adaptado)

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

NOVA DESCOBERTA!*(ARQUEOLOGIA BIBLICA)

Nova descoberta dá credibilidade à história de Sansão

 


Uma pequena pedra encontrada em Israel pode ser a primeira evidência arqueológica da história de Sansão, o fortão mais famoso da Bíblia. Com menos de uma polegada de diâmetro, a gravura esculpida mostra um homem com cabelos longos lutando contra um grande animal com rabo de felino. A pedra foi encontrada em Tell Beit Shemesh, nos montes hebreus próximos a Jerusalém, e data aproximadamente do século XI antes de Cristo. Biblicamente falando, nessa época, os judeus eram conduzidos por líderes conhecidos como juízes, e Sansão era um deles. A pedra foi encontrada em um local próximo ao rio Sorek (que marcava a antiga fronteira entre o território dos israelitas e o dos filisteus), o que sugere que a gravura poderia representar a figura bíblica.

 

Sansão, um personagem do Antigo Testamento que se tornou lenda [sic], tinha uma força sobrenatural dada por Deus para vencer os inimigos. A força, que Sansão descobriu ao encontrar um leão e matá-lo com as próprias mãos, vinha de seu cabelo. Sansão, que matou mil filisteus armado apenas com uma mandíbula de asno, foi seduzido por Dalila, uma filisteia que vivia no vale de Sorek. Ela cortou os longos cabelos de Sansão, o que fez com que ele perdesse a força e fosse aprisionado pelos filisteus, que o cegaram e o obrigaram a trabalhar moendo grãos em Gaza.

 

De acordo com o Livro dos Juízes, Sansão retomou sua força e derrubou o templo de Dagon sobre ele mesmo e muitos filisteus, “assim foram mais os que matou ao morrer, do que os que matara em vida”.

 

Apesar da evidência circunstancial, os diretores da escavação, Shlomo Bunimovitz e Zvi Lederman, da Universidade de Tel Aviv, não afirmam que a imagem da gravura represente o Sansão bíblico. É mais provável que a gravura conte a história de um herói que lutou contra um leão [curiosamente, se fosse o personagem de uma história secular, dificilmente haveria dúvidas sobre as “coincidências” – MB]. “A relação entre a gravura e o texto bíblico foi feita por acaso” [!], anunciou o jornal israelense Haaretz.

 

Os arqueólogos também encontraram um grande número de ossos de porco próximo a Sorek, mas só no território filisteu. No território israelita, não acharam quase nenhum, o que sugere que os israelitas teriam optado por não comer carne de porco para se diferenciarem dos filisteus [Ou por obedecerem às leis dietéticas da Bíblia? Lv 11].

 

“Esses detalhes dão um ar lendário ao processo social, no qual dois grupos hostis delimitaram suas diferentes identidades, assim como acontece em muitas fronteiras, hoje em dia”, disse Bunimovitz a Haaretz.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

ARQUEÓLOGO DIZ SABER ONDE ESTÁ A ARCA DA ALIANÇA





 


 Se comprovado, seria indiscutivelmente o maior achado arqueológico da história! A Arca da Aliança é um artefato que combina ciência, fé e história. A caixa de ouro feita por Moisés seguindo as instruções específicas de Deus carregava os Dez Mandamentos e servia como um ponto de encontro entre o homem e o seu Criador.

Ela foi utilizada pelos hebreus como parte do culto judaico no Templo de Salomão até seu desaparecimento, que acredita-se ter ocorrido durante a conquista de Jerusalém pela Babilônia, no século 6 antes de Cristo.


Arqueólogo diz saber onde está a Arca da Aliança

Segundo a tradição judaica, o profeta Jeremias foi a pessoa responsável por escondê-la. Desde então quase nada se sabe sobre seu paradeiro. A busca pela arca tornou-se "popular" desde a exibição do filme "Indiana Jones e os caçadores da arca perdida", dirigido por Steven Spielberg em 1981.

Existe uma antiga reivindicação dos cristãos ortodoxos da Etiópia que eles guardam a Arca há séculos. Desde 1960 ela, aparentemente, está na capela de cidade de Aksum, apelidada de "a capela das tábuas da lei", que fica ao lado da igreja Santa Maria de Sião e é cercada de mistérios.

Porém, o Arqueólogo por Michael Rood, que tem se especializado em fazer vídeos sobre arqueologia bíblica, pensa diferente.

Para ele, uma das teorias mais prováveis para indicar o paradeiro da Arca é que ela foi enterrada em algum dos túneis e passagens secretas construídos pelo rei Salomão com a finalidade específica de escondê-la de inimigos, caso tentassem destruir o Templo.

Rood diz que agora há novas provas convincentes de que a Arca ainda está sob a câmara conhecida como "Santo dos Santos", sendo deslocada através de uma saída construída por Salomão muito antes da invasão e o saque de Templo feito pelos babilônios.

A maior parte da evidência para esta teoria vem diretamente da Bíblia. Diversas passagens pouco estudadas são discutidas em um vídeo-documentário de duas partes, dirigido por Michael Rood chamado O Segredo Grande do Templo de Salomão e a ocultação da Arca da Aliança".

Ele está lançando esse material inédito com três horas de duração que forneceria indícios de como a Arca foi preservada dos invasores. O site WND confirmou com fontes arqueológicas que há pessoas secretamente trabalhando dentro de um túnel sob o Monte do Templo. O motivo pelo qual isso não é divulgado é a luta secular pelo controle daquela estrutura que hoje abriga a mesquita de Al Aqsa.

O material deste vídeo mostra em detalhe o plano de Salomão para proteger a Arca, construindo uma "rota de fuga de emergência". Faz também uma ligação com o sistema de túneis que já foram descobertos sob o Monte Moriá.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Manuscritos do Mar Morto agora Online








Levou24 séculos, o trabalho dos arqueólogos, estudiosos e historiadores, o advento da Internet para fazer com que os Manuscritos do Mar Morto fossem acessível a qualquer pessoa no mundo. Hoje, às vésperas do ano novo no calendário hebraico, estamos celebrando o lançamento dos Manuscritos do Mar Morto online; um projeto do Museu de Israel de Jerusalém, desenvolvido com tecnologia diby Google.


Atualmente estão disponíveis 5 rolos. Esse é o link para o site: http://dss.collections.imj.org.il


Escritos entre oterceiro eo primeiro séculos antes de Cristo, os Manuscritos do Mar Morto são mais antigos manuscritos bíblicos conhecidos. Em 68 depois de Cristo, eles foram escondidos em 11 cavernas no deserto da Judéia, às margens do Mar Morto, para protegê-los dos exércitos romanos que estavam se aproximando para conquistar a região. Eles foram descobertos novamente somente em 1947, quando um pastor beduíno jogou uma pedra em uma caverna e percebeu que havia algo lá dentro. Desde 1965, os pergaminhos estão em exposição no Santuário do Livro, no Museu de Israel, em Jerusalém. Entre outros tópicos, os pergaminhos oferecem uma visão crítica sobre a vida e religião na antiga Jerusalém, também no tempo de Jesus.


Agora,qualquer pessoa no mundo pode ver, ler e interagir com cinco Manuscritos do Mar Morto, que foram digitalizados e colocados OnLine. As fotografias de alta resolução, tomada por Ardon Bar-Hama, são de até 1.200 megapixels, quase 200 vezes mais do que a câmera do consumidor médio. Por isso os internautas podem ver até mesmo os detalhes mais minuciosos no pergaminho.


Você pode navegar naRolo de Isaías, o livro mais conhecido entre os manuscritos, por capítulo e versículo. Você também pode clicar diretamente no texto hebraico e obter uma tradução em Inglês. É possível inclusive fazer um comentário.


Essa parceria como Museu de Israel de Jerusalém é parte do esforço de Google para colocar importantes coleções históricas e culturais online.

 

LEIA E COMPARTILHE LINDAS MENSAGENS CLICANDO NO LINCK ABAIXO:

http://edy-souforte.blogspot.com.br/

sexta-feira, 25 de maio de 2012

ARQUEÓLOGOS ENCONTRAM PRIMEIRA PROVA DA EXISTÊNCIA DA BELÉM BÍBLICA

Arqueólogos encontram primeira prova da existência da Belém bíblica
23 de maio de 2012


Objeto era usado para carimbar documentos e objetos. Foto: EFE

Objeto era usado para carimbar documentos e objetos
Foto: EFE


Arqueólogos israelenses acharam em Jerusalém um selo de argila com a inscrição "Bat Lechem", que supõe a primeira evidência arqueológica da existência de Belém durante o período em que aparece descrito na Bíblia, informou nesta quarta-feira a Autoridade de Antiguidades de Israel.

Trata-se de uma espécie de esfera de argila que se usava para carimbar documentos e objetos, que foi encontrado nas polêmicas escavações do "Projeto Cidade de David", situado no povoado palestino de Silwán, no território ocupado de Jerusalém Oriental.

Datada entre os séculos VII e VIII a.C, a peça é meio milênio posterior às Cartas de Amarna, uma correspondência diplomática em língua acádia sobre tabuletas de argila entre a Administração do Egito faraônico e os grandes reinos da época e seus vassalos na zona.

O descobrimento anunciado nesta quarta remete a uma época posterior, a do Primeiro Templo Judeu (1006 - 586 a.C.), citada no Antigo Testamento como parte do reino da Judéia.

"É a primeira vez que o nome de Belém aparece fora da Bíblia em uma inscrição do período do Primeiro Templo, o que prova que Belém era uma cidade no reino da Judéia e possivelmente também em períodos anteriores", assinalou o responsável das escavações, Eli Shukron, em comunicado. "A peça é do grupo dos 'fiscais', ou seja, uma espécie de selo administrativo que era usado para carimbar cargas de impostos que se enviavam ao sistema fiscal do reino da Judéia no final dos séculos VII e VIII a.C", acrescenta a especialista.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

FOTO DOS GIGANTES DESCRITOS NA BIBLIA

A Bíblia se refere a uma estranha raça de gigantes, surgida misteriosamente antes do dilúvio e estranhamente aparecendo depois do dilúvio, não podendo, é claro, ser descendência de Noé, o qual era "justo em suas gerações", ou, traduzindo melhor, "puro na sua semente".

Se não faziam parte da geração de Noé, Sem, Cão e Jafé, de onde teriam surgido?

O capítulo 6 de Gênesis fala sobre "filhos de Deus" que se juntaram com as filhas dos homens, gerando filhos nelas, porque as acharam formosas.

A única versão que traduziu a frase "naqueles dias havia gigantes na terra", ou melhor, "naqueles dias os gigantes estavam na terra", foi a Tradução Brasileira, que, por não querer traduzir uma expressão difícil de traduzir, preferiu colocar assim: "Naqueles dias os NEFILINS estavam na terra."

O significado mais aproximado do original é CAÍDOS. O que isto nos leva a entender? Que os NEFILINS eram anjos caídos que tomaram corpos físicos, humanos, e, ao terem relações sexuais com as mulheres terrestres, geram nelas seres estranhos, híbridos, todos do sexo masculino e gigantescos como Golias de Gate, seus irmãos gigantes, Seom, rei dos amorreus, Ogue, rei da Basã e os filhos de Anaque, ou Enaque.

Eles tomaram várias designações tais como, "EMINS", "ZANZUMINS", "ANAQUINS", "REFAINS", etc.

Todas estas expressões tem o significado de GRANDES, FORTES, PODEROSOS, GIGANTES.

Quando os espias foram enviados para espiar a terra de Canaã, trouxeram um relatório pavoroso: "Vimos ali gigantes, filhos de Anaque". (Alguns tradutores acrescentaram, por conta própria, a expressão "descendentes").

Em Deuteronômio 2.10,11, lemos: "Os emeus dantes habitavam nela: um povo grande e numeroso, e alto como os gigantes; também estes foram contados por gigantes como os enaquins."

Não é estranho pensar em anjos tomando forma humana, uma vez que no episódio da visita do Senhor a Abraão, dois anjos o acompanharam e comeram coalhada e vitela.

Existem muitas narrativas secretas e misteriosas dando conta de seres não terrestres chamados de íncubos e súcubos, demônios vindo à terra para terem relações sexuais com seres humanos

Nas lendas árabes existem referências aos "djins". Em outras culturas, como a greco-romana, a mesopotâmica, a etrusca, a assíria, etc., encontramos relatos sobre ogros, semideuses, gigantes e ciclopes, todos eles dominando as pessoas e voltados para a sensualidade.

Por que existe tal consenso? Porque a maior parte das fábulas e lendas derivam de alguma tremenda realidade primeva.

Os cultores do chamado "realismo fantástico" entenderam que estas visitas não terrestres referem-se a ET's, habitantes de outros planetas, visitando a terra em suas naves espaciais.

Por que os habitantes de Sodoma e Gomorra, ao verem os anjos de Deus, em forma humana, entrando na casa de Ló, ajuntaram-se diante da casa, querendo, a todo custo, manter relações sexuais com eles? Sem dúvida já estavam acostumados a tal prática com seres sobrenaturais

A epístola de Judas refere-se cristalinamente a este fato, relacionando-o com a prática espúria. Vamos ler o texto com ênfases:

"E AOS ANJOS que não guardaram o seu principado, mas deixaram A SUA PRÓPRIA HABITAÇÃO, reservou na escuridão, e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia; assim COMO SODOMA E GOMORRA, e as cidades circunvizinhas que, havendo-se corrompido, COMO AQUELES (Aqueles quem? Os anjos caídos, é claro!) e ido após OUTRA CARNE (Que outra carne? Uma carne não humana.), foram postas como exemplos, sofrendo a pena do fogo eterno." (Judas 6, 7.)

Na epístola de Pedro, a mesma alusão a anjos e a Sodoma e Gomorra dão conta de que tudo se combina, se coaduna e concorda:

"Porque Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo; e não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, pregoeiro da justiça, com mais sete pessoas, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios; e condenou à subversão as cidades do Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente."

Ao lermos Deuteronômio 3.11 e transformando o côvado em centímetros, concluímos que a cama de Ogue tinha quatro metros e meio de comprimento, por dois metros de largura!

Os refains passaram a dominar uma região fértil que ficou conhecida como "O Vale dos Refains", conforme II Samuel 5.18.

Vamos ler um relato que fala claramente sobre os gigantes. Ele se encontra em I Crônicas 20.4-8. Neste relato vamos substituir a expressão Rafa, que foi colocada como um nome próprio pelos tradutores, mas não tem nada a ver com uma pessoa humana normal e que foi colocada na RC, como nota de pé de página as expressões "do gigante", "o gigante" e "ao gigante". Vamos pois substituir a expressão Rafa por sua tradução normal, que seria ANJO CAÍDO:

"E depois disto aconteceu que, levantando-se guerra em Gazer com os filisteus, então Sibecai, o husatita feriu a Sipai dos filhos do ANJO CAÍDO; e ficaram abatidos.E tornou a haver guerra com os filisteus: e Elanã, filho de Jair, feriu a Lami, irmão de Golias, o geteu, cuja haste da lança era como órgão de tecelão. E tornou a haver guerra em Gate; e havia ali um homem de grande estatura e tinha vinte e quatro dedos, seis em cada mão, e seis em cada pé, e também era da raça do ANJO CAÍDO. E injuriou a Israel: porém Jônatas, filho de Siméia, irmão de Davi, o feriu. Estes nasceram do ANJO CAÍDO em Gate: e caíram pela mão de Davi e pela mão dos seus servos".

Os gigantes não ressuscitarão. Por não fazerem parte da criação original de Deus, esses gigantes não ressuscitarão! Alguns textos bíblicos ficam muito esquisitos na tradução, porque os tradutores têm medo de traduzirem ao pé da letra algumas expressões. Assim sendo, mudam, modificam, acrescentam, retiram, interpretam, inventam, deturpam e violentam.

É o caso de Isaias 26.14 na tradução Revista e Atualizada da Bíblia:

"Mortos não tornarão a viver, sombras não ressuscitam; por isso os castigaste, e destruíste, e lhes fizeste perecer toda memória."

Que tradução mais absurda! É claro, óbvio, ululantemente lógico, que sombras não ressuscitam, porque sombras nem morrem!

Senhores tradutores, por que não deixam que os leitores da Bíblia vejam a verdade, mesmo que esta verdade seja algo extraordinário, estranho, diferente e fora dos padrões determinados pelas organizações religiosas?

A tradução ao pé da letra é: "Ao morrerem os refains, não tornarão a viver, não ressuscitarão".

A expressão "sombras", no original é "refains", ou seja a designação com que os gigantes ficaram, de maneira generalizada, sendo conhecidos.

Veja o contraste com o versículo 19 ("Os vossos mortos e também o meu cadáver VIVERÃO e RESSUSCITARÃO").

Em Lamentações 3.6, lemos:

"Fez-me habitar em lugares tenebrosos, como os que estão MORTOS PARA SEMPRE."

Em tudo isto observamos que a Bíblia não é um livro para ser lido de qualquer maneira, mas é para ser lido com muito cuidado e reverência, observando tudo o que Deus transmitiu para nós, não usando uma falsa humildade para dizer que não quer conhecer as coisas mais profundas de Deus.

domingo, 20 de maio de 2012

ARQUEOLOGIA DESVENDA MISTERIOS DA BIBLIA

As descobertas que mais causaram benefícios para os estudantes da Bíblia foram, sem dúvida, as dos rolos do Mar Morto. Esse achado confirmou a crença de que os escritos da Bíblia são exatos, conforme foram copiados através dos séculos, a partir de uma época anterior ao nascimento de Cristo. Outras descobertas nos ensinam a respeito de costumes nos tempos bíblicos. Alguns nomes específicos e doutrinas mencionados na Bíblia, também foram identificados por meio dessas pesquisas.

Os rolos do Mar Morto que estão completos já foram publicados, como os dois com os manuscritos do profeta Isaías e parte de todos os livros do Antigo Testamento, excetuando-se o de Ester. A única porção ainda não publicada é composta de fragmentos de textos, que são difíceis de serem interpretados. Os eruditos estão idosos e muitas pessoas ficam aborrecidas porque o trabalho de interpretação tem sido vagaroso. Porém, esses fragmentos estão sendo transferidos para profissionais mais jovens, e esperamos que nos próximos anos todos eles sejam publicados. Existe a expectativa de que os resultados trarão novidades animadoras.

Os mais antigos manuscritos, os do Antigo Testamento, são do III século a.C. Os do Novo Testamento datam do II século d.C. Não há diferenças teológicas ou históricas entre os antigos textos e a Bíblia atual. Eles se correspondem exatamente.

Descanso do coração

Possivelmente, o início da civilização ocorreu cinco mil anos atrás, quando começou a urbanização, a especialização de certos trabalhos e a invenção da escrita. Nos escritos dos sumérios, povo que viveu há cinco mil anos, a palavra "sábado" se relaciona com o "sábado de descanso". No caso deles, isso se refere a um dia de descanso semanal. Na língua do sumérios, sábado significa "o descanso do coração". A cada sete dias eles tinham um dia do mal, que não chamavam de sábado.

Os eruditos dizem que o sábado foi trazido pelos israelitas do cativeiro na Babilônia, mas há evidências arqueológicas de que os judeus guardavam o sábado na Palestina antes desse cativeiro. Conforme já disse, na Mesopotâmia, em tempos primitivos, a palavra sábado existia e havia certos dias em seqüência de sete, relacionados com o mês e não com semanas. Isso sugere que existiam sábados de uma forma parecida com o sábado hebreu, mas não exatamente iguais.

O número sete era muito popular nos países do Oriente Médio, mas os judeus foram os únicos que o mantiveram como um dia sagrado. Existem também evidências de que os cristãos continuaram observando o sábado até o terceiro e quarto séculos da Era Cristã. Hoje, embora existam diferenças nos calendários referentes aos anos ou meses, não há desentendimento em relação aos dias da semana.

Dilúvio e Babel

Não temos os ossos para submeter a idade dos antediluvianos a qualquer tipo de análise. Acredito que realmente a idade dos patriarcas chegou a ser em torno de mil anos. É evidente que foi uma era de ouro. As pessoas tinham uma vida muito saudável e feliz. Porém, depois do dilúvio, tornou-se mais difícil viver na face da Terra, e a média de duração da vida dos patriarcas caiu para cem anos.

Há exploradores que vão ao Monte Ararate e tiram fotografias de objetos que atiçam a curiosidade. Também existem muitas histórias e rumores sobre a descoberta da Arca de Noé. Acho que nada disso tem procedência séria e não merece credibilidade. Através de métodos de datação, a ciência indica que restos de uma suposta embarcação encontrada no Ararate remontam ao período bizantino, século VI d.C. Uma era nada antiga em relação ao tempo de Noé.

Só existem as bases da fundação da Torre de Babel. Aparentemente, uma parte da torre resistiu até a época de Alexandre Magno. Quando ele chegou ao local, decidiu reconstruir a torre. Os seus homens cavaram e retiraram as ruínas, começando a preparação de um novo edifício. No entanto, Alexandre morreu nesse intervalo. Se agora visitarmos a região de Babilônia, no Iraque, encontraremos o buraco no qual a torre existiu.

Egito e Arca do Concerto

Na minha opinião, o faraó do Êxodo foi Tutmés III, que morreu em 1450 a.C. A data de sua morte confere com a cronologia bíblica. Apesar da existência da múmia de Tutmés III, no Museu do Cairo, comprovou-se que ela não é a múmia desse faraó. Talvez seja de seu pai ou de seu filho. Pode ser uma múmia substituta que colocaram no lugar do seu túmulo, pois o faraó Tutmés morreu no Mar Vermelho. Chega-se a essa conclusão através de exames de raios X nos ossos da múmia.

Os arqueólogos não encontraram as ruínas dos muros de Jericó porque depois da destruição destes por Josué, a cidade ficou ao relento, sujeita às intempéries da natureza por cerca de 500 anos. A camada mais elevada daquela civilização foi totalmente destruída por erosões, por isso não é possível encontrar remanescentes daquela época. Os arqueólogos encontraram apenas ruínas de túmulos.

O único texto antigo tratando sobre a Arca do Concerto se encontra no segundo livro de Macabeus. O primeiro livro de Macabeus é considerado uma boa fonte histórica, mas o segundo é pouco confiável e, infelizmente, é ele que afirma que Jeremias e seus homens enterraram a Arca no Monte Nebo.

Alguns eruditos dizem que eles não tiveram tempo para transpor o Rio Jordão, e acham que a Arca poderia ter sido escondida no monte em que estava o templo de Salomão. Nesse lugar havia várias cavernas. A verdade é que ela desapareceu durante a destruição de Jerusalém e não sabemos onde ficou. Seria um fato maravilhoso se pudéssemos localizá-la.

Lawrence Geraty, doutor em Arqueologia pela Universidade Harvard, é presidente da Universidade Adventista de La Sierra, na Califórnia, Estados Unidos (texto Baseado em entrevista concedida a Paulo Pinheiro, da Casa Publicadora Brasileira).

DESCOBERTO TÚMULO DE FILIPE ,APÓSTOLO DE JESUS

Um túmulo, que se crê ser de São Filipe, um dos 12 apóstolos, foi descoberto na cidade de Hierapolis, na Turquia. Segundo a agência turca Anadolu, o professor italiano Francesco D’Andria, em comando da exploração, disse que arqueólogos encontraram o túmulo da figura bíblica, um dos 12 discípulos de Jesus, enquanto trabalhavam nas ruínas de uma Igreja recém-descoberta. “Há anos que procuramos o túmulo do apóstolo Filipe”, disse o professor à agência. “Finalmente encontramo-lo nas ruínas de uma igreja, que começamos a explorar há um mês.” A estrutura do túmulo e os dizeres escritos nas paredes provam que ele pertence a São Filipe. O professor disse ainda que os arqueólogos trabalhavam havia anos com a esperança de encontrar o túmulo, e que esperam que este tenha um destino privilegiado para exposição.

São Filipe, reconhecido como um dos mártires do cristianismo, deve ter morrido em Hierapolis, segundo cientistas, por volta de 80 d.C. Acredita-se que tenha sido crucificado de cabeça para baixo, ou decapitado. O nome Hierapolis significa “cidade sagrada”.

OBJETO DE 2 MIL ANOS CONFIRMA RITUAIS EM JERUSALEM

Um objeto em formato de botão com 2 mil anos de idade foi encontrado por arqueólogos em Israel e é primeira evidência física do registros escritos sobre os rituais praticados do Templo judaico de Jerusalém. A descoberta foi divulgada neste domingo (25) por uma equipe da Universidade de Haifa. O artefato é uma espécie de lacre com inscrições em aramaico que dizem “puro por Deus”, sendo usado possivelmente como certificado para alimentos e animais usados como sacrifícios durante cerimônias religiosas. A peça foi encontrada perto do Muro das Lamentações, principal símbolo judeu em Jerusalém e próximo ao complexo de edifícios muçulmanos considerados sagrados na cidade como a mesquita de Al Aqsa.